quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Luiza diz hoje que tantas coisas simples têm enchido-a de alegria.
Também diz que, apesar de tanta coisa boa, tanta coisa que adora (acordar com mensagem, passar tempo com Janna, falar com amigos especiais, estar próxima aos pais), a notícia de que Arthur vem morar na Bahia foi implacável, hoje. Foi uma das melhores ou a melhor do ano - não lembra das outras.

Luiza diz que sente sono, mas que sentia saudade de escrever aqui.

Luiza diz que vai agora, no entanto, vai tentar algo melhor pra pôr aqui. O importante é não deixar morrer.

(dia 23 já!)

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Dia 18

Gosto do número 18. Nada a ver com numerologia, é só simpatia com o número, como se tem com cor. Hoje foi meu último dia 18 do ano. Sem contar que tenho 18 anos, então espero que muita coisa boa ainda aconteça até o 23 de outubro do ano que vem.

Esse dia 18 foi diferente. Acordei com alguém me esperando acordar. Alguém que há mais de dois anos eu não via. Daqueles alguéns que a gente ama, mesmo que por muito tempo pareça que o sentimento fica lá em stand by.
E hoje percebi que tem gente que vem matar saudade e traz mais saudade. Mas quem disse que isso é ruim?

Hoje também pude me sentir importante, de vez em quando isso é bom, né? Na verdade, bom mesmo é sentir sempre. Mas que diferença algumas letrinhas meio sem jeito podem causar numa conversa corriqueira de msn, né? (Thanks!)

Pois é, supervalorizei o dia pela vinda de Will e tal, mas eu poderia falar bem da minha semana quase toda. Tô uma preguiça, uma viciada em internet, e o que parece ser cuida boba e inútil tem me trazido pra perto pessoas das quais senti muita falta este ano.

Ah, parei! Duraria muito mais minha falação, mas tô com sonão hoje! Guardo pra depois.
Boa noite, querido diário!
(E pra mim ainda é dia 18, tá? :P)

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Quase deixei o espaço pra Os Paralamas falarem por mim. Mas não, aqui tem "Luiza diz:"

Eu digo: QUE DIA! - considerem que ainda é dia 16 para mim.



Aquelas ruas, cada passo, aquela casa. Aqueles olhos, aquela inocência. Estava pronta a guardar tudo aquilo num pacote e engavetar entre as lembranças. Estava pronta pra assumir que não estava pronta. E o fez. E nunca imaginou quão cortante seria rever olhos desapontados dentro dos seus olhos confusos e decididos. Estranho, mas com ela era sempre assim.
Com ela estava o erro. Mais uma vez assim. Menos uma chance.
Por quê preferir não apostar? Pra quê este medo?

E então, foi preciso chegar o frio do início do dia que não acabou para os olhos dela apertaerm forte e a gravidade praticamente sugar toda a água que ela tentava reter naqueles olhos tolos. Mais uma vez, ela pôde sentir o que era ter um coração contorcido.
E apesar de saber que perderia de novo e de novo para a "gravidade", foi esta a rota que ela escolheu. A outra rota.



um beijo para a minha testemunha, minha nana.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Não teria graça deixar para postar depois. Aposto que se eu deixasse, este blog não iria pra frente. Pois é, já estou apostando que irá.
Cansei da minha saga sem escrever, ou de viver de mensagens curtas no orkut e twitter, descontextualizadas ou inconvenientes. Cansei também de escrever pra ninguém. Tá me animando a ideia de talvez, algum dia, ter quem leia o que escrevo (pode ser sobre o que penso, sobre o que faço ou sobre nada, o tempo vai tomar as rédeas). Como aspirante a jornalista, preciso aprender a falar em tom audível, não apenas "falar" para folhas secretas que moram em minhas gavetas. Então, bem vidos vocês, bem vinda eu. E agora, boa noite. Porque pra minha é noite até amanhecer.